Missão

Desenvolvermos soluções acessíveis e de qualidade, solucionando os problemas e agregando valor ao serviço prestado por nossos clientes.

Visão

Sermos reconhecidos como profissionais de excelência em nossas áreas de atuação.

Compromisso

Fornecer aos clientes o melhor serviço e com a melhor qualidade.

X Window System

Minha idéia inicial era fazer algo sobre o uso de clientes X para o aproveitamento de máquinas antigas ou com menor capacidade de memória. Decidi começar com uma introdução ao sistema de janelas X e isto tornou o artigo um pouco maior do que planejado incialmente, portanto decidi dividi-lo em duas partes: uma conceitual e outra prática.

Espero que ambas sejam proveitosas.

Aviso

Este artigo é um pouco pesado, conceitualmente. Consiste em uma boa parte de tradução e comentários adicionados. A fonte de pesquisa tomada como base é citada no final deste.

Os principais conceitos a se entender são:

Entendendo o “X” do artigo

O ambiente gráfico nos sistemas *nix é disponibilizado de acordo com um padrão cliente-servidor permitindo algumas coisas interessantes, como a que será explicada neste artigo.

O X Window System foi criado em meados da década de 1980, no Instituto de Tecnologia de Massachussets (o famoso MIT). Em 1988 foi criado o MIT X Consortium, um consórcio onde associados definiam o futuro do sistema de janelas X.

Em 1993, foi fundado o X Consortium, para substituir a entidade existente no MIT e manter o sistema de janelas X como algo independente e como um padrão definido por um conjunto de entidades, não apenas uma só.

Todos os direitos sobre o X foram transferidos pelo MIT ao X Consortium, que ao encerrar suas atividades em 1996 transferiu todos os direitos do X à Open Software Foundation, garantindo a continuidade do projeto e a manutenção do mesmo como um padrão aberto.

O protocolo X

O protoclo X surgiu em meados de 1980, com o objetivo de disponibilizar uma interface gráfica transparente e funcionando no ambiente Unix. O X disponibiliza os meios para a exibição e gerência de informações gráficas.

A diferença para outras alternativas, como o Windows, é a estrutura do protocolo. O Windows, por exemplo, preocupa-se em disponibiliar uma interface gráfica para a máquina local enquanto o X preocupa-se em especificar uma relação cliente-servidor em nível de aplicação.

A parte da aplicação que sabe o que fazer é chamada de cliente X, enquanto que a parte que implementa o modo de fazer, de exibir, é chamada de servidor X. Os clientes X podem ser executados em máquinas remotas com grande poder de processamento e exibir seus dados em um servidor X. Com isso tem-se uma verdadeira arquitetura cliente-servidor e também processamento distribuído.

Definição

A aplicação é chamada de cliente X, nesta relação cliente-servidor, enquanto que o local onde será exibida a tela é chamado de servidor X. Há, então, um sistema comum com uma camada dependente do dispositivo e uma independente do mesmo, e para realizar a comunicação entre estas duas camadas há um protocolo de rede assíncrono. Na verdade, o protocolo X esconde as peculiaridades do sistema operacional e do hardware. Este ocultamento simplifica a elaboração de clientes X e é uma das bases para a alta portabilidade do sistema de janelas X.

A parte dependente do hardware é o servidor X.

As vantagens de tal abordagem são muitas, dentre as quais:

O projeto do protocolo X especifica uma relação de cliente-servidor entre a aplicação e o display. No X o software que gerencia uma única tela, teclado e mouse é conhecido como servidor X. Um cliente X é uma aplicação que mostra informações no servidor X. O cliente X envia solicitações para o servidor X, por exemplo uma imagem ou solicitação de informação. O servidor X aceita tais solicitações a partir de múltiplos clientes e retorna para cada um a resposta, dados de entrada de usuário e erros.

O servidor X

O servidor X, portanto:

O cliente X

O cliente X é essencialmente uma aplicação escrita com o auxílio de bibliotecas (e.g. Xlib, Xt) que aproveita o protocolo X.

Mensagens do Protocolo

Solicitações
Respostas
Eventos
Erros

Projeto do Servidor X

O projeto de um servidor X depende enormemente da plataforma (hardware) e do sistema operacional no qual será implementado. Conforme as capacidades das tecnologias sob as quais o servidor X se apoiará são ampliadas, o poder e a capacidade do servidor X também é ampliado.

Camada dependente de dispositivo

Arquiteturas do ambiente

Servidores X hoje em dia

Workstations
Terminais X
Servidores X em PCs

Nos últimos anos o desktop evoluiu de um ambiente de produtividade centrado no usuário para um focado em administração centralizada, cercado de adaptações para protocolos web e interfaces baseadas em navegadores. As últimas versões o X permitem a integração de aplicações X e navegadores, permitindo uma implantação rápida, sem recodificação e de forma segura.

Fonte das informações

Website X.org

Sobre este documento

Autor: Jorge Godoy

Data: 17 de setembro de 2004

Última atualização: 17 de setembro de 2004

“Um novo conceito em prestação de serviços”